Astros II

13 12 2011

ASTROS II é um Sistema Universal de Foguetes de Artilharia para Saturação de Área que começou a ser produzido em 1983 sendo fabricado pela empresa brasileira Avibras. É o primeiro sistema de artilharia a foguete, com uma lançador modular, que permite disparar foguetes de diferentes calibres pela simples mudança dos contentores dos foguetes.

O Astros dispõe de início de um sistema de controle de tiro Field Guard de origem suíça e fabricação nacional. Esse sistema analisa a trajetória de um foguete de teste que explode no ar, longe do alvo, para não alertar o inimigo e calcula automaticamente a posição dos lançadores!

Versões dos veículos do sistema:

  • VBA – Viatura basica Avibras
  • AV-LMU – Veículo lançador
  • AV-RMD – Veículo de transporte de munição
  • AV-UCF – Unidade electrónica de controlo e monitorização de tiro
  • AXV-VCC – Veículo de comando e controlo ao nível de batalhão

Assista como foi o Exercício de Lançamento do Sistema ASTROS II. O Braço Forte da Artilharia do Exército Brasileiro em Formosa – GO





Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) compra sistema Astros da Avibras

13 12 2011

Foi publicado no DOU de 12.12.2011:

Contratado: AVIBRAS DIVISÃO AÉREA E NAVAL S.A., CNPJ 00.435.091/0001-98; Contratante: COMANDO DO MATERIAL DE FUZILEIROS NAVAIS; Espécie: Contrato n° 31000/2011-19/00; Objeto: Contratação de fornecimento de Sistema de lançadores múltiplos de foguetes ASTROS FN; Valor: R$ 119.181.219,00; C. Alte (FN) ALEXANDRE JOSÉ BARRETOS DE MATTOS – Comandante; Data de Assinatura: 09/12/2011.

PROCESSO: 63181.001655/2011-03; OBJETO: Contratação de fornecimento de Sistema de lançadores múltiplos de foguetes ASTROS FN. CONTRATADA: Empresa AVIBRAS DIVISÃO AÉREA E NAVAL S.A., CNPJ 00.435.091/0001-98. FUNDAMENTO LEGAL: inciso I do art. 25 da Lei 8.666/93; EXPEDIÇÃO DO ATO do Ordenador de Despesa em 09/12/2011; Termo de Justificativa de Inexigibilidade de Licitação nº 06/2011 do CMatFN; RATIFICADO em 09/12/2011, pelo Comandante do Material de Fuzileiros Navais.

FONTE: PODER NAVAL, com colaboração de: André Vital





Jobim anuncia possível venda de ‘Tucanos’ para os EUA

12 04 2010

O site do Jornal O Globo acaba de anunciar que o Brasil pode vender 200 aviões Tucano para a Marinha dos EUA. Segundo o jornal, a informação foi dada pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, nesta segunda-feira.

O contrato inicial prevê a venda de cem aviões e, caso seja renovado, deve vender outros cem. O ministro não disse qual o valor do contrato, mas comentou que o acordo militar a ser assinado com os EUA nesta segunda-feira é uma condição preliminar para o negócio, já que depois da assinatura, segundo a lei americana, poderá haver dispensa de licitação.

- Evidentemente que existe pressão para que o governo brasileiro compre também aviões americanos, mas estamos avançando um entendimento para separar os dois temas, a fim de que a negociação seja feita com calma.

O Ministro Jobim e o seu colega de pasta dos Estados Unidos, Robert Gates, assinam nesta segunda-feira (12/04), em Washington, um acordo de cooperação militar.

FONTE: O Globo, via http://www.aereo.jor.br/





Área de defesa ajuda fornecedor da Embraer a superar crise

8 04 2010

O reaparelhamento das Forças Armadas brasileiras abriu novas perspectivas de negócios para a Inbra Aerospace, do grupo Inbrafiltro, num cenário não muito favorável para o setor aeronáutico. “Embora tenhamos 80% dos contratos atrelados à Embraer, que reduziu em cerca de 25% os pedidos, conseguimos enfrentar bem o período de crise, porque não fornecemos só para o segmento de aviões comerciais (o mais afetado pela crise), mas também para a área de defesa”, explica o diretor-presidente do grupo, Jairo Cândido.

No ano passado, a Inbra Aerospace faturou R$ 9,8 milhões, queda de 18% em relação aos R$ 12 milhões obtidos em 2008. O grupo Inbrafiltro é formado por cinco empresas (Inbrafiltro, Inbratêxtil, Glass, Inbra Blindados e Inbra Aerospace) e o faturamento global foi de R$ 70 milhões em 2009.

A empresa, segundo Cândido, já tem programado investimento estimado entre US$ 35 milhões e US$ 40 milhões para uma nova fábrica de material composto, que irá atender aos principais programas em curso na área de defesa no Brasil: o desenvolvimento do avião de transporte militar KC-390 pela Embraer, a produção dos helicópteros EC-725 pela Helibrás/Eurocopter, a compra de 36 caças de combate do programa F-X2 e de veículos aéreos não tripulados (vants) para a FAB.

“O investimento na nova instalação pode chegar a R$ 140 milhões, caso o vencedor da concorrência do F-X2 seja o caça sueco Gripen, pois já temos um contrato de desenvolvimento das asas e da tampa do trem de pouso da aeronave, em material composto”, explica o executivo. A Inbra é contratada da Saab no programa de desenvolvimento do Gripen NG através da holding T-1, que reúne cinco empresas brasileiras do setor aeronáutico, lideradas pela Akaer.

Numa primeira etapa de funcionamento da nova fábrica, está prevista a contratação de cem novos colaboradores. “Nosso efetivo hoje é de 200 empregados, sendo que 60 deles foram contratados em 2009, por conta dos novos programas na área de defesa”, conta Cândido. Com a efetivação dos novos contratos, o executivo acredita que o número de funcionários deva chegar a 500.

Apesar de a empresa estar sediada hoje em Mauá, no complexo industrial que abriga outras quatro unidades do grupo, a nova fábrica será instalada em São Bernardo do Campo. “O prefeito Luiz Marinho (PT) tem facilitado a instalação de empresas com o objetivo de formar um polo de alta tecnologia na cidade”, disse Cândido.

Considerada uma das principais produtoras de material composto para aviões e placas do país, a Inbra Aerospace produz a porta blindada da cabine de comando do modelo 170 da Embraer, projeto que conquistou depois de participar de uma concorrência internacional. A unidade também produz painéis, consoles e janelas especiais para aviões. As aeronaves de alerta aéreo avançado da Embraer, conhecidas pela sigla AEW & C, são equipadas como uma dessas janelas, em forma de bolha.

A Inbra também foi a responsável pela blindagem do turboélice militar Super Tucano, produzido pela Embraer. O domínio da tecnologia de blindagem também credenciou a empresa a exportar esse conhecimento. Os 25 aviões Super Tucano que a Embraer vendeu para a Força aérea Colombiana (FAC), por exemplo, possuem reforço balístico contra armas 0.50, e protegem as pernas dos pilotos e os assentos.

FONTE: Valor econômico, via NOTIMP





EB adquire viaturas de apoio ao sistema Astros II

22 12 2009

O Exército Brasileiro contratou a Avibrás para a aquisição de uma viatura AV-VCC e duas, que são viaturas 4×4 baseadas no chassi Unimog U2150L com blindagem leve, navegação por GPS e possibilidade de uso de uma metralhadora 7,62 ou .50 no teto para defesa pessoal.

As viaturas são para apoio ao sistema de artilharia por foguetes Astros II, também fabricado pela Avibrás. O AV-PCC é um posto de Comando e Controle de Bateria, já o AV-VCC é um posto de Comando e Controle de Regimento, e foram adquiridos por R$ 13.900.00,00.

Viaturas AV-VCC e AV-PCC são postos de comando e controle de regimento e de bateria respectivamente.

FONTE: Plano Brasil





Novo avião militar deve fazer o 1º voo em 2014

10 12 2009

RICARDO BONALUME NETO

Seja qual for o presidente em 2014, já está prevista uma cerimônia nesse ano ao qual ele (ou ela) deverá comparecer. Segundo o presidente da EMBRAER, Frederico Curado, essa é a data prevista para o primeiro voo do principal projeto da empresa na área de defesa, o cargueiro militar tático KC-390.

Se tudo correr como planejado, em 2016 começará a operação do avião na FAB e, em seguida, com sorte, em outras forças aéreas que encomendarem o modelo.

A EMBRAER estima em cerca de 700 aeronaves a demanda futura desse tipo de avião de transporte, para substituir modelos clássicos, como o americano C-130 Hercules, operado pela FAB e dezenas de outras forças espalhadas pelo planeta.

Mais do que a participação no projeto FX-2, do futuro caça da FAB, o projeto KC-390 é o que mais empolga a área de defesa da EMBRAER.

Seja qual for o vencedor da concorrência pelo caça, a EMBRAER terá apenas uma participação modesta na sua integração na Força Aérea, apesar de estar previsto que adquira novas tecnologias no processo.

E a escolha do governo pode não ser a que mais agrade à empresa. O caça francês Rafale pode ter sido elogiado pelo presidente e pelo ministro da Defesa, mas não é o preferido nem de muitos oficiais da FAB nem da indústria aeroespacial e eletrônica. O americano Super Hornet e o sueco Gripen são mais bem avaliados.

Já o cargueiro militar não envolve necessariamente participação estrangeira. Além de ter um grande mercado potencial, será o maior avião produzido pela empresa na sua história de 40 anos.

Como diz a sigla, tirada da terminologia da força aérea americana, o KC-390 terá dupla função: reabastecimento, em voo, de outras aeronaves (o “K”) e o transporte de carga (o “C”).

Outros produtos importantes da área de defesa da empresa são o avião de ataque leve Super Tucano, vendidos a vários países latino-americanos, e os aviões-radar e de sensoriamento remoto.

FONTE: NOTIMP, via Plano Brasil





Marruá

8 12 2009

A família de veículos Agrale Marruá, desenvolvida para aplicações militares, teve concluído, ainda em 2007, o seu processo de homologação e adoção pelo Exército Brasileiro e de testes e padronização pela Marinha do Brasil. Foram quatro anos e mais de 1 milhão de quilômetros percorridos de um extenso trabalho, por parte das equipes de engenharia da montadora e de testes das Forças Armadas, que incluíram engenharia simultânea e adequação a cada aplicação específica, resultando em uma nova família de produtos nacionais para o segmento de defesa.

O desenvolvimento de um veículo para aplicações militares surgiu em 2003, quando a Agrale assumiu o projeto de um jipe para atender aos Requisitos Operacionais Básicos do Exército (ROB). Submetidos aos severos ensaios do Centro de Avaliações do Exército, que resultou na sua homologação e adoção pelo Exército Brasileiro, foram realizados, além da avaliação técnica, diversos testes operacionais em condições extremas, em diferentes locais do território nacional, como a Restinga da Marambaia, o Pantanal Matogrosense, o Jalapão e a área Amazônica.

Segundo Hugo Zattera, presidente da Agrale, o excelente desempenho dos veículos resultou no interesse das Forças Armadas pelo desenvolvimento de diferentes modelos para várias aplicações específicas. Em conseqüência, por serem veículos versáteis, muito robustos, de fácil manutenção e baixo custo operacional.


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