Astros II

13 12 2011

ASTROS II é um Sistema Universal de Foguetes de Artilharia para Saturação de Área que começou a ser produzido em 1983 sendo fabricado pela empresa brasileira Avibras. É o primeiro sistema de artilharia a foguete, com uma lançador modular, que permite disparar foguetes de diferentes calibres pela simples mudança dos contentores dos foguetes.

O Astros dispõe de início de um sistema de controle de tiro Field Guard de origem suíça e fabricação nacional. Esse sistema analisa a trajetória de um foguete de teste que explode no ar, longe do alvo, para não alertar o inimigo e calcula automaticamente a posição dos lançadores!

Versões dos veículos do sistema:

  • VBA – Viatura basica Avibras
  • AV-LMU – Veículo lançador
  • AV-RMD – Veículo de transporte de munição
  • AV-UCF – Unidade electrónica de controlo e monitorização de tiro
  • AXV-VCC – Veículo de comando e controlo ao nível de batalhão

Assista como foi o Exercício de Lançamento do Sistema ASTROS II. O Braço Forte da Artilharia do Exército Brasileiro em Formosa – GO





Aviação no Exercito

8 12 2011

Vídeo da Aviação do exercito, mostrando o nível de dificuldade das manobras





Comando Militar do Oeste recebe novas viaturas

7 12 2011

De 21 a 26 de novembro, a 9ª Região Militar (Organização Militar baseada em Campo Grande/MS) realizou o transporte de 24 viaturas do 22º Depósito de Suprimento (Barueri/SP) e 4 viaturas da 2ª Companhia de Transporte (São Paulo), configurando um total de 28 viaturas operacionais novas destinadas às Organizações Militares do CMO. Foram recebidos caminhões marca Volkswagen, modelo Worker 15.210, tração 4 x 4, e jipes Agrale, modelo Marruá, tração 4 x 4.

FONTE: http://www.forte.jor.br/





EB adquire viaturas de apoio ao sistema Astros II

22 12 2009

O Exército Brasileiro contratou a Avibrás para a aquisição de uma viatura AV-VCC e duas, que são viaturas 4×4 baseadas no chassi Unimog U2150L com blindagem leve, navegação por GPS e possibilidade de uso de uma metralhadora 7,62 ou .50 no teto para defesa pessoal.

As viaturas são para apoio ao sistema de artilharia por foguetes Astros II, também fabricado pela Avibrás. O AV-PCC é um posto de Comando e Controle de Bateria, já o AV-VCC é um posto de Comando e Controle de Regimento, e foram adquiridos por R$ 13.900.00,00.

Viaturas AV-VCC e AV-PCC são postos de comando e controle de regimento e de bateria respectivamente.

FONTE: Plano Brasil





34 tanques de guerra chegam ao Brasil

15 12 2009

Carros de combate foram comprados da Alemanha.
Veículos, do tipo Leopard um, são de segunda mão e foram reformados.

Chegaram nesta segunda-feira (15) ao Rio Grande do Sul 34 tanques de guerra pesados, comprados pelo governo brasileiro da Alemanha. São carros de combate do tipo Leopard um a cinco, usados como equipamento principal de divisões blindadas de vários países da Otan. Os Leopard um são de segunda mão e passaram por ampla reforma. Custaram R$ 900 mil cada um. Mais 206 virão para unidades do exército no Rio Grande do Sul e Paraná, estados que têm topografia adequada a tanques pesados. O modelo comprado pelo Brasil tem canhão de 105 milímetros e modernos sistemas eletrônicos de direção de fogo.

FONTE: G1





Tropas do Brasil não têm prazo para sair do Haiti

10 12 2009

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou nesta quarta-feira que não há prazo para as tropas brasileiras deixarem a missão de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no Haiti. Segundo ele, que participou de audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, a estratégia de saída do Brasil está “ligada à estratégia de construção do país [Haiti]“.

Questionado pelo deputado Raul Jungmann (PPS-PE) sobre um prazo para a saída, Jobim afirmou que não é possível definir uma data porque o fim da missão militar “depende do respaldo internacional” e ela está muito relacionada com a “construção e a manutenção da paz” naquele país.

Até o momento, o Brasil já desembolsou cerca de R$ 704,5 milhões com as ações de paz no Haiti, desde 2004. Como há um reembolso da ONU pelo fato de se tratar de uma ação internacional, o custo orçamentário efetivo foi de aproximadamente R$ 415 milhões no período. Em 2009, até o momento, foram destinados R$ 108 milhões (o maior valor anual), já incluídos os reembolsos. Os recursos são destinados à manutenção da tropa, a obras de engenharia e a ações sociais.

Rodízio semestral

Em relação ao contingente, Jobim informou que o batalhão de infantaria brasileiro é composto atualmente por 1.016 homens, enquanto o grupo de engenheiros soma 250 pessoas. O Brasil realiza rodízio semestral de suas tropas, sendo o próximo previsto para o período entre 10 a 29 de janeiro – será o 11° rodízio. Há ainda 220 viaturas brasileiras no Haiti.

Muitos sustentam que o Brasil tem que se retirar do Haiti. O Ministério da Defesa e o governo sustentam que o Brasil tem que permanecer no Haiti, mesmo que isso represente um custo para o Orçamento brasileiro“, afirmou o ministro.

Jobim lembrou que o país caribenho sofre com graves problemas estruturais, como falta de energia elétrica na capital, Porto Príncipe. Ele defendeu a construção da Usina Elétrica Artibonite, ao custo de 150 milhões de dólares, para possibilitar o funcionamento de indústrias e empreendimentos que permitam a geração de emprego e renda.

FONTE: NOTIMP, via Plano Brasil





Marruá

8 12 2009

A família de veículos Agrale Marruá, desenvolvida para aplicações militares, teve concluído, ainda em 2007, o seu processo de homologação e adoção pelo Exército Brasileiro e de testes e padronização pela Marinha do Brasil. Foram quatro anos e mais de 1 milhão de quilômetros percorridos de um extenso trabalho, por parte das equipes de engenharia da montadora e de testes das Forças Armadas, que incluíram engenharia simultânea e adequação a cada aplicação específica, resultando em uma nova família de produtos nacionais para o segmento de defesa.

O desenvolvimento de um veículo para aplicações militares surgiu em 2003, quando a Agrale assumiu o projeto de um jipe para atender aos Requisitos Operacionais Básicos do Exército (ROB). Submetidos aos severos ensaios do Centro de Avaliações do Exército, que resultou na sua homologação e adoção pelo Exército Brasileiro, foram realizados, além da avaliação técnica, diversos testes operacionais em condições extremas, em diferentes locais do território nacional, como a Restinga da Marambaia, o Pantanal Matogrosense, o Jalapão e a área Amazônica.

Segundo Hugo Zattera, presidente da Agrale, o excelente desempenho dos veículos resultou no interesse das Forças Armadas pelo desenvolvimento de diferentes modelos para várias aplicações específicas. Em conseqüência, por serem veículos versáteis, muito robustos, de fácil manutenção e baixo custo operacional.


Materia do DEFES@ NET





Lula manda fabricar 3 mil veículos blindados ao Exército

28 11 2009

RIO DE JANEIRO – Após o anúncio da compra de caças para a Aeronáutica e de submarinos para a Marinha, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, anunciou hoje que o presidente Lula autorizou o início da fabricação de 3 mil novos veículos blindados de transporte para o Exército.“O presidente autorizou o início do projeto inicialmente chamado Urutu III, agora rebatizado Guarani, que vai substituir todo o sistema de mobilidade do Exército”, disse Jobim, após participar no Rio da troca do Comando de Operações Navais no Porta Aviões São Paulo.

De acordo com o ministro, serão investidos na construção dos Guaranis R$ 6 bilhões ao longo de 20 anos. Os veículos serão construídos pela fábrica Fiat Iveco, em Sete Lagoas, Minas Gerais. A licitação foi vencida em 2007. Em abril, a fabricante apresentou uma maquete em tamanho real da viatura blindada na Feira Latin America Aero & Defense (LAAD), no Rio. O motor e 60% dos componentes serão nacionais para diminuir o custo de produção.

A previsão da Iveco é que a primeira unidade fique pronta em 2010 e que 16 veículos sejam testados até 2011. Os exames serão realizados no Centro de Avaliações do Exército (CAEx), localizado em Barra de Guaratiba, na zona oeste do Rio. Os testes vão examinar a durabilidade do veículo, ergonomia e a blindagem estrutural para saber se o Guarani suporta explosões de minas terrestres, por exemplo.

Comparado ao EE-11 Urutu, modelo em uso hoje pelo Exército, o Guarani traria vantagens como proteção blindada superior, maior mobilidade, maior capacidade de transposição de trincheiras, maior capacidade de degrau vertical, ar condicionado, sistema de freio com disco duplo e ABS, GPS, sistema automático de extinção de incêndio e de detecção de laser.

FONTE: Estadão





Leopard 1A5

8 11 2009

Conheça o Leopard 1A5, veiculo adquirido para o EB.








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