Inglaterra apresenta protótipo de VANT

12 07 2010

Taramis é aeronave não tripulada e testará sistema furtivo de longo alcance.

Imagem divulgada pelo ministério da Defesa, em Londres, mostra Taramis, protótipo do avião de combate não tripulado do futuro. A aeronave testará a possibilidade do desenvolvimento do primeiro veículo aéreo de combate autônomo não tripulado e furtivo que seria capaz de atingir alvos de longa distância, mesmo estando em outro continente (Foto: AP)

FONTE: G1

NOTA DO BLOG: Da para perceber que tecnologia stealth e aeronaves não tripuladas, são as tendências adotadas pela indústria bélica para a nova geração de caças.





Predador B UAV

11 04 2010

Neste vídeo, pode-se ver de uma maneira rápida, como o Predador trabalha.





Família Predator atinge um milhão de horas de voo

9 04 2010

A General Atomics Aeronautical Systems informou que os UAV da série Predator atingiram a marca histórica de 1 milhão de horas de voo, em 80.000 sortidas, das quais 85% em combate.

A identificação precisa da aeronave e da força para a qual opera só será conhecida em maio, por causa do intervalo na comunicação dos dados de campo.

Os Predator estão sendo usados diariamente em operações pela U.S. Air Force, U.S. Army, U.S. Navy, U.S. Department of Homeland Security, NASA, Força Aérea Italiana, Royal Air Force e outros. Mais de 400 aeronaves foram produzidas desde que o primeiro Predator levantou voo em 1994, incluindo Predator A, I-GNAT ER/Sky Warrior Alpha, Predator B/MQ-9 Reaper, Sky Warrior, e Predator C Avenger, entre outros.

As horas de voo dos Predator cresceu tremendamente nos últimos anos, com totais anuais de 80 mil em 2006, 130 mil em 2007, 235 mil em 2008 e 295 mil horas em 2009.

A marca de 1 milhão de horas de voo vem num momento de grande sinergia da General Atomics com os operadores, com a USAF anunciando em 12 de março que superou as 700 mil horas no MQ-1B Predator e o U.S. Army revelando que está para atingir 1 milhão de horas com seus UAV.

Os Predator estão voando cerca de 30 mil horas por mês no apoio às forças de coalizão em combate e segurança interna. Em cada segundo de cada dia, 40 aeronaves Predator estão no ar no mundo todo, provendo vigilância e apoio de fogo no Iraque, Afeganistão e em outros “hot spots”, protegendo as fornteiras, conduzindo assistência humanitária e socorro à vítimas de terremotos, furacões, enchentes e incêndios.

As aeronaves continuam a manter os mais elevados índices de disponibilidade, não só na USAF e no US Army, mas também no Reino Unido. Atualmente a General Atomics está fabricando 8 unidades do Predator e 7 estações terrestres (GCS) por mês, com capacidade para duplicar a produção, se necessário.

FONTE / FOTO: General Atomics, via http://www.aereo.jor.br/





Miniavião usado no Iraque pode vigiar Rio em 2010

1 01 2010

O Rio de Janeiro pode ser vigiado este ano por miniaviões usados por forças militares que participam de missões no Iraque e no Afeganistão. De acordo com a assessoria da Secretaria Especial de Ordem Pública (Seop), o órgão negocia com o Ministério da Justiça a compra de seis desses miniaviões não-tripulados israelenses para fazer o monitoramento de alguns pontos da cidade.

Desenvolvido para operações urbanas e rurais, o modelo israelense Skylark I é usado pelos exércitos de vários países, como Austrália, Canadá, Croácia, França, Hungria, República Checa, Suécia e Israel – que já utilizou o equipamento para monitorar o sul do Líbano

O Skylark I conta com três câmeras – duas diurnas e uma noturna. O equipamento tem dois metros de comprimento, pesa 4,5 quilos e é capaz de atingir velocidade de até 100 Km/h, com autonomia de voo de 90 minutos. De acordo com a Aeroeletrônica, representante da fabricante israelense Elbin no país, o equipamento já acumula 40 mil horas de experiência.

O objetivo é de que a vigilância aérea ocorra de norte a sul da cidade, passando por praias, Quinta da Boa Vista, Aterro do Flamengo, Floresta da Tijuca, Parque da Pedra Branca e Canal de Marapendi. Os planos também incluem o uso dos miniaviões durante eventos especiais no calendário da cidade, como Carnaval, Réveillon, e em dias de jogos no Maracanã.

Os equipamentos de alta tecnologia deverão auxiliar não só no controle da desordem urbana – flagrando construções irregulares como estacionamentos, casas e estabelecimentos comerciais -, como também ajudar no combate ao tráfico de drogas e na segurança de grandes eventos, como a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016, além de fazer o monitoramento de áreas de proteção ambiental.

Não é a primeira vez que autoridades apelam a mais do que helicópteros para fazer a vigilância aérea de áreas da cidade. Em 2002, o governo do estado utilizou dirigíveis para monitorar vias expressas como as linhas Amarela e Vermelha e a Avenida Brasil.

FONTE: G1

NOTA DO BLOG: Veja tambem esta materia  do Blog sobre este assunto:

http://frontbr.wordpress.com/2009/11/12/materia-uso-de-vant%E2%80%99s-em-favelas/





Reino Unido quer criar nave-robô com artilharia eletrônica

24 11 2009

O Ministério de Defesa do Reino Unido pretende construir uma aeronave militar robótica invisível aos radares que seria capaz de pairar como um helicóptero ou voar como um avião. A ideia principal do projeto seria criar um veículo de combate aéreo não tripulado, afim de reduzir os custos e aumentar a eficácia de uma incursão militar em ambientes hostis, principalmente em áreas urbanas.

No cinema e no mundo dos quadrinhos sempre existiu uma enorme admiração e medo em relação à produção de armas eletrônicas e dispositivos militares que usem alta tecnologia, a exemplo de filmes como O Homem de Ferro.

Aparentemente esse contexto começa a deixar de ser exclusividade do universo cinematográfico para se tornar cada vez mais real.

Segundo o site The Register, a nave, ainda sem nome, seria capaz de ser operada remotamente, podendo inclusive voar através de espaços urbanos, como vãos de prédios e espaço aéreo de ruas e avenidas. O projeto inclui inovações radicais nos sistema de ataque, como armas de microondas e raios laser.

Algumas empresas disputam entre si o direito de colocar o projeto em prática e construir a nave-robô, que seria capaz de pairar como um helicóptero ou voar como um avião, dependendo do ângulo de inclinação de seus motores.

A aeronave deve possuir um sistema de ar reutilizável, ter um raio de ação de 1 mil km e ser capaz de sobreviver em espaço aéreo defendido. Além disso, o projeto prevê a capacidade de lançamento e recuperação do robô em terra, mar e ar, mas existe uma ênfase maior em operações navais.

O protótipo pode contar também com turbinas em sua parte frontal, o que permitiria manobras em que a nave cairia verticalmente. Outra preocupação dos projetistas é a habilidade de a aeronave pairar por qualquer período de tempo, como um helicóptero. Para isso, está sendo feito todo um estudo do consumo correto de combustível.

A respeito das armas que a nave-robô carrega, pode-se dizer que existem pequenas caixas entre os mísseis convencionais que se assemelham a antenas que podem emitir raios laser ou cargas de microondas. Em teoria, isso seria capaz de neutralizar circuitos eletrônicos do inimigo.

Conforme publicação da Aviation Week & Space Technology, a lista de companhias que lideram as propostas comerciais conta, entre outras empresas, com nomes como a BAE Systems, companhia de desenvolvimento de tecnologia de segurança e defesa aeroespacial e a multinacional MBDA, fabricante de mísseis e sistemas de defesa aérea e naval, com sedes na França, Reino Unido, Itália e Alemanha.

A previsão para a apresentação de um modelo real é de três anos, no final de 2012.

FONTE / ARTE: Portal Terra  VIA Poder Aereo





Materia: Uso de VANT’S em favelas

12 11 2009

Atualmente, devido ao grande número de confrontos, entre policiais etraficantes, no Rio de Janeiro, a PM-RJ tem feito uso de helicópteros em favelas. Sem ter uma função definida, estas aeronaves, muitas vezes sem blindagem adequada, são utilizadas como armas de assalto, ou seja, usada como meio/ apoio para atacar esses criminosos.

Acontece, que estas aeronaves sem blindagem, são despreparadas para confrontos diretos, podendo sofrer determinados danos em partes criticas, ocasionando a queda do helicóptero.

Estes meios operativos, deveriam ter como principal função, missões de reconhecimento e patrulha. Para tal função, os VANT’s (veiculo aéreo não tripulado) poderiam ser utilizados, minimizando os custos operacionais e poupando vidas humanas, que por ventura, viriam a ser perdidas.

O VANT, transmitiria, imagens em tempo real, mostrando a movimentação de traficantes e ajudando na identificação de possíveis depósitos de drogas.








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